Hoje, 12 de novembro, comemora-se o 106º aniversário da morte do poeta do Eu, marco da nossa pré-modernidade literária por romper com o código parnasiano-simbolista. Essa obra cada vez mais se populariza graças às imagens vigorosas e à representação, entre outros tópicos, da melancolia humana decorrente do “pecado original”. Culpa, rejeição ao materialismo mecanicista e anseio de transcendência latejam numa poesia marcada por excessos e contrastes. Esses traços dissonantes, que lhe imprimem uma áspera musicalidade, vêm exercendo sobre o público uma atração cada vez maior.

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